Película #63 - Midnight in Paris
Dito por muitos como “a volta pro cinema de alto nível de Woody Allen”, Meia-Noite em Paris conta a história de um escritor e roteirista americano que vai com família de sua noiva a capital da França, cidade que ele idolatra. Peranbulando pela noite parisiense Gil (Owen Wilson) é abduzido quando toca o sino da meia-noite. Quando isso ocorre o escritor é transportado para a Paris de 1920, época que ele considera a melhor de todas. Lá, Gil vai a vários eventos onde F. Scott Fiztgerald, Ernest Hemingway e Pablo Picasso circulavam.

A forma como os personagens são construídos ajudam a criar dois climas muito específicos. A de Paris dos dias atuais, em que os pais de sua esposa e um amigo dela o deixam frustrado, excluído e incomodado, e a dos “anos dourados”, quando todos são mais libertos, livres da cultura enlatada de hoje e vivem cada dia mais intensamente. 
Meia-noite em Paris, agora indicado ao Oscar nas categorias: melhor direção, melhor filme e melhor direção de arte, é estrelado por Owen Wilson, Marion Cotillard e Rachel McAdams, e conta com uma pequena participação de Carla Bruni, primeira-dama da França.



Eu sinceramente acho um exagero dizer que o diretor está voltando a forma, levando em conta que ele é um cara apaixonado por cinema, um dos diretores que mais produz em Hollywood, e principalmente porque seus últimos trabalhos foram muito interessantes; principalmente Tudo Pode dar Certo (Whatever Works) e Vicky Cristina Barcelona.
Este é sem dúvida um dos filmes mais interessantes do ano. Faz uma propaganda intensa de Paris com tomadas que parecem cartões-postais, mas também tem atuações precisas (Owen Wilson está especialmente carismático neste filme), diálogos extremamente bem construídos e uma história interessante que não deixará sua atenção se dispersar.
Por Anderson Tomazi.

Película #63 - Midnight in Paris

Dito por muitos como “a volta pro cinema de alto nível de Woody Allen”, Meia-Noite em Paris conta a história de um escritor e roteirista americano que vai com família de sua noiva a capital da França, cidade que ele idolatra. Peranbulando pela noite parisiense Gil (Owen Wilson) é abduzido quando toca o sino da meia-noite. Quando isso ocorre o escritor é transportado para a Paris de 1920, época que ele considera a melhor de todas. Lá, Gil vai a vários eventos onde F. Scott Fiztgerald, Ernest Hemingway e Pablo Picasso circulavam.

A forma como os personagens são construídos ajudam a criar dois climas muito específicos. A de Paris dos dias atuais, em que os pais de sua esposa e um amigo dela o deixam frustrado, excluído e incomodado, e a dos “anos dourados”, quando todos são mais libertos, livres da cultura enlatada de hoje e vivem cada dia mais intensamente. 

Meia-noite em Paris, agora indicado ao Oscar nas categorias: melhor direção, melhor filme e melhor direção de arte, é estrelado por Owen WilsonMarion Cotillard e Rachel McAdams, e conta com uma pequena participação de Carla Bruni, primeira-dama da França.

Eu sinceramente acho um exagero dizer que o diretor está voltando a forma, levando em conta que ele é um cara apaixonado por cinema, um dos diretores que mais produz em Hollywood, e principalmente porque seus últimos trabalhos foram muito interessantes; principalmente Tudo Pode dar Certo (Whatever Works) e Vicky Cristina Barcelona.

Este é sem dúvida um dos filmes mais interessantes do ano. Faz uma propaganda intensa de Paris com tomadas que parecem cartões-postais, mas também tem atuações precisas (Owen Wilson está especialmente carismático neste filme), diálogos extremamente bem construídos e uma história interessante que não deixará sua atenção se dispersar.

Por Anderson Tomazi.