Película #48 - Dial “M” For Murder
Hitchcock mais uma vez? É inevitável escrever sobre os filmes desse cara pois o que ele fez foram verdadeiras obras de arte. Lançado em 1954, Disque “M” para matar (título em português) é um bom exemplo disso.




Em Londres, um ex-tenista profissional decide matar sua mulher para poder herdar seu dinheiro, mas também como vingança por ela ter tido um affair um ano antes, com um escritor que vivia nos Estados Unidos mas que no momento está na cidade. Ele chantageia um colega de faculdade para estrangulá-la, dando a entender que o crime teria sido cometido por um ladrão, mas algo sai muito errado.
A forma em que as coisas vão acontecendo é extremamente interessante. O personagem central é muito inteligente e vai maquinando a maneira como tudo deve acontecer, quando as coisas dão errado o seu pensamento rápido vai conseguindo escapar de várias maneiras bem legais. O clima de tensão que o filme deixa no ar é forte. 

Foi o primeiro filme em que Hitchcock dirigiu Grace Kelly, os outros foram Rear Window e To Catch a Thief. Grace ganhou Oscar como melhor atriz, foi um ícone da moda e princesa de Mônaco. 
O filme teve uma refilmagem em 1998, intitulada Um crime perfeito, dirigido por Andrew Davis e com Michael Douglas, Gwyneth Paltrow e Viggo Mortensen nos papéis principais.


Este foi apenas o terceiro filme a cores do diretor, mas elas (as cores) tiveram papel importante pois Hitchcock colocou propositadamente Grace Kelly vestindo roupas em cores brilhantes no início do filme, para aos poucos ir escurecendo o tom delas.
Uma curiosidade interessante é que na época (1954) era comum os filmes serem adaptados para serem vistos em cinemas 3D, e por isso que existem no filme cenas ressaltando objetos. Você pode ver um exemplo disso aqui.
Quando você perceber, já estará totalmente focado no filme, roendo unhas e curioso para ver o desfecho. Se gostou de Rope (sobre o qual já escrevemos aqui nos primórdios do blog), tem definitivamente que ver este também.
Por Anderson Tomazi.

Película #48 - Dial “M” For Murder

Hitchcock mais uma vez? É inevitável escrever sobre os filmes desse cara pois o que ele fez foram verdadeiras obras de arte. Lançado em 1954, Disque “M” para matar (título em português) é um bom exemplo disso.

Em Londres, um ex-tenista profissional decide matar sua mulher para poder herdar seu dinheiro, mas também como vingança por ela ter tido um affair um ano antes, com um escritor que vivia nos Estados Unidos mas que no momento está na cidade. Ele chantageia um colega de faculdade para estrangulá-la, dando a entender que o crime teria sido cometido por um ladrão, mas algo sai muito errado.

A forma em que as coisas vão acontecendo é extremamente interessante. O personagem central é muito inteligente e vai maquinando a maneira como tudo deve acontecer, quando as coisas dão errado o seu pensamento rápido vai conseguindo escapar de várias maneiras bem legais. O clima de tensão que o filme deixa no ar é forte. 

Foi o primeiro filme em que Hitchcock dirigiu Grace Kelly, os outros foram Rear Window e To Catch a Thief. Grace ganhou Oscar como melhor atriz, foi um ícone da moda e princesa de Mônaco. 

O filme teve uma refilmagem em 1998, intitulada Um crime perfeito, dirigido por Andrew Davis e com Michael Douglas, Gwyneth Paltrow e Viggo Mortensen nos papéis principais.

Este foi apenas o terceiro filme a cores do diretor, mas elas (as cores) tiveram papel importante pois Hitchcock colocou propositadamente Grace Kelly vestindo roupas em cores brilhantes no início do filme, para aos poucos ir escurecendo o tom delas.

Uma curiosidade interessante é que na época (1954) era comum os filmes serem adaptados para serem vistos em cinemas 3D, e por isso que existem no filme cenas ressaltando objetos. Você pode ver um exemplo disso aqui.

Quando você perceber, já estará totalmente focado no filme, roendo unhas e curioso para ver o desfecho. Se gostou de Rope (sobre o qual já escrevemos aqui nos primórdios do blog), tem definitivamente que ver este também.

Por Anderson Tomazi.