Película #69 - Enter The Void
Hoje vou falar sobre o trabalho mais recente do excêntrico diretor argentino Gaspar Noé, Enter The Void. Conhecido por abordar de uma forma única temas como vingança, sexo e violência, Gaspar tem um tato diferenciado para escrever diálogos, situar o espectador no ambiente e dar credibilidade e realismo mesmo em cenas muito fortes.

A piração começa pelo cenário, o longa se passa em uma Tókio noturna e repleta de luzes Neon. Passando pela trilha sonora, enquadramentos e história, tudo aqui parece um sonho maluco ou uma alucinação derivada de alucinógenos. 
A história segue Oscar, um jovem traficante americano que leva um tiro da polícia, mas continua a assistir a eventos sucessivos durante uma experiência “fora do corpo”. Vemos tudo do ponto de vista de oscar, com filmagens em primeira pessoa, que muitas vezes flutua acima das ruas da cidade, e, ocasionalmente, apresenta Oscar olhando por cima do ombro quando ele recorda momentos de seu passado. Noé rotula o filme como um “melodrama psicodélico”.
Abaixo, os primeiros 11 minutos de filme. Vale a pena ver.

Essas sequências em que a câmera flutua sobre a cidade são incríveis, lindas, mas acabam tirando um pouco da experiência depois de um tempo, pois elas acontecem muitas vezes durante as 2 horas e 30 minutos de filme. Aliás, mais da metade do que vemos se trata dessa experiência “fora do corpo” de Gaspar, o que é bonito, mas na minha opinião, daria para entender e mesmo ter este efeito se durasse metade ou 1/3 do tempo.
Com Enter de Void, você terá uma experiência totalmente não linear, que ao mesmo tempo em que nem parece um filme, também é uma experiência única e quase que inovadora, linda e bruta, visceral e poética. Se gosta de cinema de arte, não deixe de ver.
Por Anderson Tomazi 

Película #69 - Enter The Void

Hoje vou falar sobre o trabalho mais recente do excêntrico diretor argentino Gaspar Noé, Enter The Void. Conhecido por abordar de uma forma única temas como vingança, sexo e violência, Gaspar tem um tato diferenciado para escrever diálogos, situar o espectador no ambiente e dar credibilidade e realismo mesmo em cenas muito fortes.

A piração começa pelo cenário, o longa se passa em uma Tókio noturna e repleta de luzes Neon. Passando pela trilha sonora, enquadramentos e história, tudo aqui parece um sonho maluco ou uma alucinação derivada de alucinógenos. 

A história segue Oscar, um jovem traficante americano que leva um tiro da polícia, mas continua a assistir a eventos sucessivos durante uma experiência “fora do corpo”. Vemos tudo do ponto de vista de oscar, com filmagens em primeira pessoa, que muitas vezes flutua acima das ruas da cidade, e, ocasionalmente, apresenta Oscar olhando por cima do ombro quando ele recorda momentos de seu passado. Noé rotula o filme como um “melodrama psicodélico”.

Abaixo, os primeiros 11 minutos de filme. Vale a pena ver.

Essas sequências em que a câmera flutua sobre a cidade são incríveis, lindas, mas acabam tirando um pouco da experiência depois de um tempo, pois elas acontecem muitas vezes durante as 2 horas e 30 minutos de filme. Aliás, mais da metade do que vemos se trata dessa experiência “fora do corpo” de Gaspar, o que é bonito, mas na minha opinião, daria para entender e mesmo ter este efeito se durasse metade ou 1/3 do tempo.

Com Enter de Void, você terá uma experiência totalmente não linear, que ao mesmo tempo em que nem parece um filme, também é uma experiência única e quase que inovadora, linda e bruta, visceral e poética. Se gosta de cinema de arte, não deixe de ver.

Por Anderson Tomazi 

Typeworks #78 - Ragazza Script
Criado pelo designer e ilustrador de Buenos Aires, Guille Vizzari, Ragazza Script não são apenas fontes jogadas em uma outra exposição. Ele homenageia habilidades de caligrafia maiores, mas de uma maneira diferente. Apesar de não representar qualquer estilo de caligrafia tradicional, ainda é parte desse estilo.

Para mais informações, visite o Flickr do rapaz.
Por Anderson Tomazi.

Typeworks #78 - Ragazza Script

Criado pelo designer e ilustrador de Buenos Aires, Guille Vizzari, Ragazza Script não são apenas fontes jogadas em uma outra exposição. Ele homenageia habilidades de caligrafia maiores, mas de uma maneira diferente. Apesar de não representar qualquer estilo de caligrafia tradicional, ainda é parte desse estilo.

Para mais informações, visite o Flickr do rapaz.

Por Anderson Tomazi.