Película #53 - Super
Imagine juntar filmes como: Kickass, Defendor e Juno. Estranho não é? Pois foi esta a impressão que tive ao ver “Super”. Um filme de herói/anti-herói com Rainn Wilson (o Dwight de The Office) e Ellen Page (Juno) que aproveita o hype criado pelos filmes que citei a cima.
Um homem relativamente comum, digo isso porque o cara teve apenas dois momentos em que foi realmente feliz em sua vida: seu casamento com Sarah (Liv Tyler) e quando “ajudou” um policial, vê o único pilar de sua vida indo embora (Sarah). Estar casado com ela mantinha a sanidade dele em dia e deixava a vida aceitável. Frank (Wilson) então decide fazer alguma coisa, e aí que se torna um super-herói (Crimson Bolt) para combater o crime e resgatar sua esposa do criminoso Jacques (Kevin Bacon).




Anunciado como uma comédia, e realmente algumas boas risadas surgirão com ele, também tem muito drama envolvido. As cenas fortes de violência (gratuita as vezes) e uma pegada bem indie tiram um pouco o filme do “algo comum”, mas não espere nada de surpreendente, pelo menos até o final, onde temos uma boa virada que faz o filme valer a pena.
Por Anderson Tomazi.

Película #53 - Super

Imagine juntar filmes como: Kickass, Defendor e Juno. Estranho não é? Pois foi esta a impressão que tive ao ver “Super”. Um filme de herói/anti-herói com Rainn Wilson (o Dwight de The Office) e Ellen Page (Juno) que aproveita o hype criado pelos filmes que citei a cima.

Um homem relativamente comum, digo isso porque o cara teve apenas dois momentos em que foi realmente feliz em sua vida: seu casamento com Sarah (Liv Tyler) e quando “ajudou” um policial, vê o único pilar de sua vida indo embora (Sarah). Estar casado com ela mantinha a sanidade dele em dia e deixava a vida aceitável. Frank (Wilson) então decide fazer alguma coisa, e aí que se torna um super-herói (Crimson Bolt) para combater o crime e resgatar sua esposa do criminoso Jacques (Kevin Bacon).

Anunciado como uma comédia, e realmente algumas boas risadas surgirão com ele, também tem muito drama envolvido. As cenas fortes de violência (gratuita as vezes) e uma pegada bem indie tiram um pouco o filme do “algo comum”, mas não espere nada de surpreendente, pelo menos até o final, onde temos uma boa virada que faz o filme valer a pena.

Por Anderson Tomazi.

Heróis em Texturas 


Via
Por Anderson Tomazi

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