Koning’s Soundtrack #76 - Haim
2012 tem sido um ano de ótimas surpresas musicais, e uma delas definitivamente é o Haim (leia-se “high ’em”).
A banda é formada pelas irmãs, Danielle Haim (vocais e guitarra), Alana Haim (vocais, guitarra, keyboards e percussão), Este Haim (vocais e baixo) e conta com ajuda de Dash Hutton na bateria.

As meninas começaram a tocar desde muito cedo, incentivadas pelos pais que também são músicos, e que criaram elas à base de muito Rock’n’roll e Folk. De fato, toda a família tocava junto covers de Santana, Beatles, Billy Joel e até, pasmem, Los Lobos (fazendo um medley de Twist and Shout com La Bamba, no mínimo hilário).

O fato é que as garotas cresceram e começaram a buscar a sua própria identidade musical. E foi na mistura do Folk com R&B e batidas eletrônicas, que tiveram seu sucesso.
Por ser uma mistura tão inusitada, e pelo talento de sobra, a banda soa como algo realmente novo, e é uma grande aposta. Tanto que já foram escaladas para abrir a turnê da Florence and the Machine na Inglaterra, além de já terem dividido o palco com grandes nomes como Julian Casablancas e Mumford & Suns.
Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #76 - Haim

2012 tem sido um ano de ótimas surpresas musicais, e uma delas definitivamente é o Haim (leia-se “high ’em”).

A banda é formada pelas irmãs, Danielle Haim (vocais e guitarra), Alana Haim (vocais, guitarra, keyboards e percussão), Este Haim (vocais e baixo) e conta com ajuda de Dash Hutton na bateria.

As meninas começaram a tocar desde muito cedo, incentivadas pelos pais que também são músicos, e que criaram elas à base de muito Rock’n’roll e Folk. De fato, toda a família tocava junto covers de Santana, Beatles, Billy Joel e até, pasmem, Los Lobos (fazendo um medley de Twist and Shout com La Bamba, no mínimo hilário).

O fato é que as garotas cresceram e começaram a buscar a sua própria identidade musical. E foi na mistura do Folk com R&B e batidas eletrônicas, que tiveram seu sucesso.

Por ser uma mistura tão inusitada, e pelo talento de sobra, a banda soa como algo realmente novo, e é uma grande aposta. Tanto que já foram escaladas para abrir a turnê da Florence and the Machine na Inglaterra, além de já terem dividido o palco com grandes nomes como Julian Casablancas e Mumford & Suns.

Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #75 - Palma Violets
O Palma Violets é uma das novas promessas do rock inglês para 2012.
Se trata de 4 rapazes de Londres que começaram a tocar juntos há alguns meses atrás, lançaram um hit single certeiro e contagiante (Best of friends), fizeram ótimos shows em locais estratégicos, assinaram um contrato com a hypada Rough Trade Records para gravar seu disco de estreia, e caíram nas graças de jornalistas e blogueiros como “The Next Big Thing”. (Não exatamente nesta ordem).

Na minha opinião ainda é bem cedo pra fazer este tipo de afirmação, visto que os caras só tem 2 singles disponíveis online, além de gravações toscas ao vivo. Como sempre, há uma grande ânsia por parte da mídia “especializada” em vender a imagem do artista mais hype do ano, sem se preocupar exatamente com a qualidade do mesmo, apenas pelo mérito de ter “descoberto” a banda.

Mas o fato é que o pouco material disponível dá uma ideia de que a banda tem um bom potencial para, quem sabe, se tornar algo que o Libertines foi na década passada. Vamos esperar e ver.
 Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #75 - Palma Violets

O Palma Violets é uma das novas promessas do rock inglês para 2012.

Se trata de 4 rapazes de Londres que começaram a tocar juntos há alguns meses atrás, lançaram um hit single certeiro e contagiante (Best of friends), fizeram ótimos shows em locais estratégicos, assinaram um contrato com a hypada Rough Trade Records para gravar seu disco de estreia, e caíram nas graças de jornalistas e blogueiros como “The Next Big Thing”. (Não exatamente nesta ordem).

Na minha opinião ainda é bem cedo pra fazer este tipo de afirmação, visto que os caras só tem 2 singles disponíveis online, além de gravações toscas ao vivo. Como sempre, há uma grande ânsia por parte da mídia “especializada” em vender a imagem do artista mais hype do ano, sem se preocupar exatamente com a qualidade do mesmo, apenas pelo mérito de ter “descoberto” a banda.

Mas o fato é que o pouco material disponível dá uma ideia de que a banda tem um bom potencial para, quem sabe, se tornar algo que o Libertines foi na década passada. Vamos esperar e ver.

 Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #74 - James Blake
Por aqui, o mês de outubro é geralmente conhecido por ser uma época de bastante chuva, mesmo em plena primavera. Nesse contexto, a melhor dica sonora que posso pensar em dar é James Blake.
Vindo de outro lugar muito conhecido pela chuva, Londres, o rapaz faz um som eletrônico minimalista e altamente introspectivo, perfeito para dias nublados ou de chuva, mas também para qualquer ocasião onde o intuito seja relaxar / apreciar ótima música.

Sintetizadores, pianos, vocais, sequenciadores, samples e bateria são os elementos básicos que compõem suas músicas. Outro elemento importante é o silêncio, que permeia boa parte das músicas e traz a característica principal do artista.

É até um pouco constrangedor falar de James Blake só agora, pois nesse ritmo frenético de informações atual, já parece ser algo “old”. Mas o fato é que o cara só tem 1 disco lançado no ano passado, que conquistou ótimas críticas, e inclusive o trouxe para tocar no Brasil. Ou seja, muita coisa boa ainda vem por aí.
Enjoy the silence.
Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #74 - James Blake

Por aqui, o mês de outubro é geralmente conhecido por ser uma época de bastante chuva, mesmo em plena primavera. Nesse contexto, a melhor dica sonora que posso pensar em dar é James Blake.

Vindo de outro lugar muito conhecido pela chuva, Londres, o rapaz faz um som eletrônico minimalista e altamente introspectivo, perfeito para dias nublados ou de chuva, mas também para qualquer ocasião onde o intuito seja relaxar / apreciar ótima música.

Sintetizadores, pianos, vocais, sequenciadores, samples e bateria são os elementos básicos que compõem suas músicas. Outro elemento importante é o silêncio, que permeia boa parte das músicas e traz a característica principal do artista.

É até um pouco constrangedor falar de James Blake só agora, pois nesse ritmo frenético de informações atual, já parece ser algo “old”. Mas o fato é que o cara só tem 1 disco lançado no ano passado, que conquistou ótimas críticas, e inclusive o trouxe para tocar no Brasil. Ou seja, muita coisa boa ainda vem por aí.

Enjoy the silence.

Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #73 - Standard Fare
Estava eu trabalhando tranquilamente e ouvindo uma rádio online, quando começou a tocar uma música que saltou aos ouvidos. A música em questão se chamava Crystal Palatial e a banda Standard Fare. Tive que parar o que estava fazendo pra procurar mais informações sobre a banda, e é o que vocês podem ver abaixo.

Standard Fare é um trio de Sheffield, Inglaterra, formada por Emma Kupa, Danny How e Andy Beswick. O som que eles fazem é um indie-rock com uma pegada pop e punk ao mesmo tempo, diferente do que a maioria das bandas indies atuais andam fazendo.

As melodias e os vocais de Emma são o que mais chamam a atenção, devido à intensidade de ambos. E o ritmo pulsante das músicas, unido ao feeling de banda de garagem, também agradam bastante, fazendo com que a banda soe um pouco nostálgica.
Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #73 - Standard Fare

Estava eu trabalhando tranquilamente e ouvindo uma rádio online, quando começou a tocar uma música que saltou aos ouvidos. A música em questão se chamava Crystal Palatial e a banda Standard Fare. Tive que parar o que estava fazendo pra procurar mais informações sobre a banda, e é o que vocês podem ver abaixo.

Standard Fare é um trio de Sheffield, Inglaterra, formada por Emma Kupa, Danny How e Andy Beswick. O som que eles fazem é um indie-rock com uma pegada pop e punk ao mesmo tempo, diferente do que a maioria das bandas indies atuais andam fazendo.

As melodias e os vocais de Emma são o que mais chamam a atenção, devido à intensidade de ambos. E o ritmo pulsante das músicas, unido ao feeling de banda de garagem, também agradam bastante, fazendo com que a banda soe um pouco nostálgica.

Por Arthur W. Presser