Koning’s Soundtrack #62 - Silva
Sabe quando você escuta um disco, uma música ou uma banda e soa tão bem que você sabe que vai continuar ouvindo isso por muito tempo?

Foi o que senti ouvindo este EP de Silva, um jovem capixaba de 23 anos, que a cada dia coleciona mais ótimas críticas positivas em relação ao seu ainda fresco EP de estreia do ano passado.

São apenas 5 músicas (+ 1 inédita lançada recentemente) que imergem em tantas influências e referências que é praticamente impossível descrever em termos exatos, pois cada música toma um rumo diferente, levando à encontros inusitados de música eletrônica, chillwave, música brasileira e violinos.
O negócio é ouvir e tirar as suas próprias conclusões.


Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #62 - Silva

Sabe quando você escuta um disco, uma música ou uma banda e soa tão bem que você sabe que vai continuar ouvindo isso por muito tempo?

Foi o que senti ouvindo este EP de Silva, um jovem capixaba de 23 anos, que a cada dia coleciona mais ótimas críticas positivas em relação ao seu ainda fresco EP de estreia do ano passado.

São apenas 5 músicas (+ 1 inédita lançada recentemente) que imergem em tantas influências e referências que é praticamente impossível descrever em termos exatos, pois cada música toma um rumo diferente, levando à encontros inusitados de música eletrônica, chillwave, música brasileira e violinos.

O negócio é ouvir e tirar as suas próprias conclusões.

Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #62 - Curumin
Luciano Nakata Albuquerque é o nome por trás de Curumin, um paulista nascido em 1976 que desde os 8 anos de idade já brincava de ter banda com os amigos da escola, e desde os 14 anos já tocava bateria e percussão em casas noturnas de São Paulo. Começando assim cedo, não tinha como não sair coisa boa.

Como baterista, Curumin acompanhou grandes nomes da MPB atual como Paula Lima, Arnaldo Antunes, Vanessa da Matta, Céu, entre outros. Em 2003 lançou seu primeiro álbum como artista solo intitulado “Achados e Perdidos”, e em 2008 lançou o álbum “JapanPopShow”. Ambos álbuns foram lançados no Brasil e no exterior (EUA e Japão), onde o cara recebeu ótimas críticas da mídia especializada.

Mas o destaque aqui é o lançamento do seu novo álbum “Arrocha”, já candidato a um dos melhores nacionais do ano (pelo menos pra mim). O álbum surpreende pelos incríveis arranjos sob bases eletrônicas que mesclam uma pegada Funk, Samba, Hip Hop, com diversas outras influências.
Confere aí embaixo:

Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #62 - Curumin

Luciano Nakata Albuquerque é o nome por trás de Curumin, um paulista nascido em 1976 que desde os 8 anos de idade já brincava de ter banda com os amigos da escola, e desde os 14 anos já tocava bateria e percussão em casas noturnas de São Paulo. Começando assim cedo, não tinha como não sair coisa boa.

Como baterista, Curumin acompanhou grandes nomes da MPB atual como Paula Lima, Arnaldo Antunes, Vanessa da Matta, Céu, entre outros. Em 2003 lançou seu primeiro álbum como artista solo intitulado “Achados e Perdidos”, e em 2008 lançou o álbum “JapanPopShow”. Ambos álbuns foram lançados no Brasil e no exterior (EUA e Japão), onde o cara recebeu ótimas críticas da mídia especializada.

Mas o destaque aqui é o lançamento do seu novo álbum “Arrocha”, já candidato a um dos melhores nacionais do ano (pelo menos pra mim). O álbum surpreende pelos incríveis arranjos sob bases eletrônicas que mesclam uma pegada Funk, Samba, Hip Hop, com diversas outras influências.

Confere aí embaixo:

Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #61 - The M Machine
Depois de meses de silêncio, San Francisco é o The M Machine lançou a primeira metade de seu álbum de estréia, uma versão de pista de seis músicas apelidado de Metropolis Pt 1.
(A música abaixo não faz parte desse EP, mas é tão boa que não pude deixar de fora).

Agora os caras fazem parte da gravadora OWSLA, do vencedor de alguns Grammys, Skrillex. Passeando entre alguns gêneros, este recente lançamento do The M Machine oferece um som original que justifique o burburinho crescente em torno da banda desde o seu início.
Com este lançamento, eles mostram com perfeição a junção entre o artísta e a máquina. Isso através de uma ótima combinação de uma excelente produção eletrônica com o poder das emoções humanas. O álbum é um tanto quanto conceitual, do tipo que cada música é um capítulo na história da cidade imaginária de Metropolis.

Você pode ouvir ao ep completo clicando aqui.
Por Anderson Tomazi.

Koning’s Soundtrack #61 - The M Machine

Depois de meses de silêncio, San Francisco é o The M Machine lançou a primeira metade de seu álbum de estréia, uma versão de pista de seis músicas apelidado de Metropolis Pt 1.

(A música abaixo não faz parte desse EP, mas é tão boa que não pude deixar de fora).

Agora os caras fazem parte da gravadora OWSLA, do vencedor de alguns Grammys, Skrillex. Passeando entre alguns gêneros, este recente lançamento do The M Machine oferece um som original que justifique o burburinho crescente em torno da banda desde o seu início.

Com este lançamento, eles mostram com perfeição a junção entre o artísta e a máquina. Isso através de uma ótima combinação de uma excelente produção eletrônica com o poder das emoções humanas. O álbum é um tanto quanto conceitual, do tipo que cada música é um capítulo na história da cidade imaginária de Metropolis.

Você pode ouvir ao ep completo clicando aqui.

Por Anderson Tomazi.

Koning’s Soundtrack #60 - Au Revoir Simone
Este parece um post do #Photoday, mas não é, se trata de um Koning’s Soundtrack mesmo.

Apesar do nome francês, a banda é americana, mais especificamente do Brooklyn em Nova York, um lugar de origem bem propício para uma keyboard band tão fashion e hip.
O nome da banda vem de uma frase que Pee-wee Herman diz à uma personagem chamada Simone no filme Pee-Wee’s Big Adventure de 1985, dirigido por Tim Burton.

O tipo som entra em uma categoria mais abstrata, devido às diversas interpretações que cada um pode ter, mas podemos generalizar dizendo que a banda faz um synth-pop ou dream-pop. Algumas definições são interessantes, como o jornal The London Times que os definiu como: “Uma colisão entre Waitresses, Stereolab e Kings of Convenience”.

O grupo possui 3 álbuns lançados e coleciona aparições em séries de TV (como no 100º episódio de Grey’s Anatomy), proejtos e turnês pelo mundo todo.
Por Arhtur W. Presser

Koning’s Soundtrack #60 - Au Revoir Simone

Este parece um post do #Photoday, mas não é, se trata de um Koning’s Soundtrack mesmo.

Apesar do nome francês, a banda é americana, mais especificamente do Brooklyn em Nova York, um lugar de origem bem propício para uma keyboard band tão fashion e hip.

O nome da banda vem de uma frase que Pee-wee Herman diz à uma personagem chamada Simone no filme Pee-Wee’s Big Adventure de 1985, dirigido por Tim Burton.

O tipo som entra em uma categoria mais abstrata, devido às diversas interpretações que cada um pode ter, mas podemos generalizar dizendo que a banda faz um synth-pop ou dream-pop. Algumas definições são interessantes, como o jornal The London Times que os definiu como: “Uma colisão entre Waitresses, Stereolab e Kings of Convenience”.

O grupo possui 3 álbuns lançados e coleciona aparições em séries de TV (como no 100º episódio de Grey’s Anatomy), proejtos e turnês pelo mundo todo.

Por Arhtur W. Presser