Película #68 - Cyrus
Cyrus é uma comédia-dramática escrita e dirigida pelos irmãos Jay e Mark Duplass e estrelado por John C. Reilly, Jonah Hill, Marisa Tomei e Catherine Keener. Nele conhecemos John (John C. Reilly) um cara de 40 e poucos anos, divorciado e que tem sua ex-mulher como melhor amiga. O cara não conseguiu superar a separação e por isso tem uma vida vazia onde não costuma se divertir ou fazer coisas fora do trabalho. Quando Jamie decide se casar novamente, ele acaba conhecendo a mulher ideal (Tomei), mas ela vem com um brinde, o doentio Cyrus (Hill). 

O elenco é simplesmente perfeito. Ajuda a dar credibilidade a cada cena, por mais teatral e cômica que ela seja. Os irmãos Duplass tem bastante habilidade em nos integrar a história, nos colocando como espectadores do que acontece. Isso por conta das poucas câmeras e variações de ângulos que usam, por outro lado chega a incomodar a quantidade de zooms e “Shake Cams” que usam, mas nada que atrapalhe o andamento do filme. 

Apesar de ser uma obra indiscutivelmente indie; com toques de auto-descobrimento, trilha sonora combinando clássicos dos anos 80 com coisas modernas inspiradas nessa época e piadas de humor negro, o filme não exagera em nada pois tudo parece estar na dose certa.
Não espere por gargalhadas (apesar de que dei algumas) nem pelo “indie proud” aqui. Mas se estiver precisando de um bom filme, com alguns momentos memoráveis e humor de qualidade, Cyrus é uma ótima pedida.
Por Anderson Tomazi.

Película #68 - Cyrus

Cyrus é uma comédia-dramática escrita e dirigida pelos irmãos Jay e Mark Duplass e estrelado por John C. Reilly, Jonah Hill, Marisa Tomei e Catherine Keener. Nele conhecemos John (John C. Reilly) um cara de 40 e poucos anos, divorciado e que tem sua ex-mulher como melhor amiga. O cara não conseguiu superar a separação e por isso tem uma vida vazia onde não costuma se divertir ou fazer coisas fora do trabalho. Quando Jamie decide se casar novamente, ele acaba conhecendo a mulher ideal (Tomei), mas ela vem com um brinde, o doentio Cyrus (Hill). 

O elenco é simplesmente perfeito. Ajuda a dar credibilidade a cada cena, por mais teatral e cômica que ela seja. Os irmãos Duplass tem bastante habilidade em nos integrar a história, nos colocando como espectadores do que acontece. Isso por conta das poucas câmeras e variações de ângulos que usam, por outro lado chega a incomodar a quantidade de zooms e “Shake Cams” que usam, mas nada que atrapalhe o andamento do filme. 

Apesar de ser uma obra indiscutivelmente indie; com toques de auto-descobrimento, trilha sonora combinando clássicos dos anos 80 com coisas modernas inspiradas nessa época e piadas de humor negro, o filme não exagera em nada pois tudo parece estar na dose certa.

Não espere por gargalhadas (apesar de que dei algumas) nem pelo “indie proud” aqui. Mas se estiver precisando de um bom filme, com alguns momentos memoráveis e humor de qualidade, Cyrus é uma ótima pedida.

Por Anderson Tomazi.

Película #58 - Alfie
Aqui me refiro ao Alfie de 2004, a refilmagem do original que tinha Michael Kaine como protagonista em 1966. 
A primeira coisa que devo dizer é que não há nada de muito surpreendente com relação a história, e que isso não importa. Digo isso porque durante o filme eu fico compenetrado no que está acontecendo, sem me preocupar ou tentar adivinhar o que está por vir. Muito mais importante, é a forma com que os personagens são apresentados. 
Alfie é um sedutor canastrão, que pula de galho em galho aproveitando a vida e o que as mulheres tem a lhe oferecer. Dando dicas de sedução, ele não se preocupa com os sentimentos de ninguém, mas no fundo podemos perceber que ele é um cara frágil, que tem medo de crescer e aceitar a vida de adulto. O que vem a se comprovar depois, quando uma destas mulheres engravida e ele começa a repensar o seu modo de vida e todos os aspectos morais que rondam suas ações até então.  




Além de Jude Law, que está ótimo aqui, o elenco de apoio também é fantástico. Contando com Susan Sarandon, que faz uma versão feminina do protagonista e Marisa Tomei, que seria a namorada ideal, carinhosa e preocupada. Mas talvez o melhor seja a trilha sonora, com produção e performances de Mick Jagger e Dave Stewart e com participações de Joss Stone, Sheryl Crow e Nadirah “Nadz” Seid.








Apesar de a história se passar em Nova York, as filmagens na verdade foram em Manchester e Liverpool, onde a produção gastou US$350 mil para repavimentar as ruas de forma que ficassem parecidas com a “Big Apple” (até o fim das filmagens). 
Por Anderson Tomazi.

Película #58 - Alfie

Aqui me refiro ao Alfie de 2004, a refilmagem do original que tinha Michael Kaine como protagonista em 1966. 

A primeira coisa que devo dizer é que não há nada de muito surpreendente com relação a história, e que isso não importa. Digo isso porque durante o filme eu fico compenetrado no que está acontecendo, sem me preocupar ou tentar adivinhar o que está por vir. Muito mais importante, é a forma com que os personagens são apresentados. 

Alfie é um sedutor canastrão, que pula de galho em galho aproveitando a vida e o que as mulheres tem a lhe oferecer. Dando dicas de sedução, ele não se preocupa com os sentimentos de ninguém, mas no fundo podemos perceber que ele é um cara frágil, que tem medo de crescer e aceitar a vida de adulto. O que vem a se comprovar depois, quando uma destas mulheres engravida e ele começa a repensar o seu modo de vida e todos os aspectos morais que rondam suas ações até então.  

Além de Jude Law, que está ótimo aqui, o elenco de apoio também é fantástico. Contando com Susan Sarandon, que faz uma versão feminina do protagonista e Marisa Tomei, que seria a namorada ideal, carinhosa e preocupada. Mas talvez o melhor seja a trilha sonora, com produção e performances de Mick Jagger Dave Stewart e com participações de Joss StoneSheryl Crow e Nadirah “Nadz” Seid.

Apesar de a história se passar em Nova York, as filmagens na verdade foram em Manchester e Liverpool, onde a produção gastou US$350 mil para repavimentar as ruas de forma que ficassem parecidas com a “Big Apple” (até o fim das filmagens). 

Por Anderson Tomazi.