Trailer - Pretzel Show #31 - Especial Halloween

O trailer novo do Pretzel expressa bem o clima de terror que impera nesta semana. Fique ligado no nosso programa especial de halloween.

Algumas imagens podem ser um pouco fortes pra algumas pessoas,então assistam por sua conta e risco. 

Este vídeo contém vários trechos de filmes de terror, dos quais falaremos no próximo episódio do Pretzel Show.

(Source: youtube.com)

Trailer - Pretzel Show #30 - O Palhaço & Medianeras

Mais um filme nacional no Pretzel Show, e mais um trailer inspirado por ele, desta vez foi O Palhaço, de Selton Melo que foi “representado” por nós. Além deste, falamos do argentino “Medianeras”.

Entre em contato através do:

opretzel@gmail.com

@opretzel

Facebook.com/opretzel

www.pretzel.com.br

Película #72 - Michael
Michael é um filme de drama de 2011 dirigido pelo austríaco Markus Schleinzer, que lembra o famoso caso de Natascha Kampusch, mas do ponto de vista do ofensor. Estreou no Festival de Cannes, onde causou polêmica.

Schleinzer, que foi diretor de casting de vários filmes de Michael Haneke, vencedor da Palma de Ouro há dois anos com “A Fita Branca”, evita aqui qualquer exibição de cenas mais fortes ou violentas. Em cenas longas e com uma fotografia limpa, ele aborda de forma metódica o comportamento do pedófilo Michael - que dá nome ao filme - mostrando um corretor de seguros que aparentemente leva uma vida normal, a não ser por manter preso no porão de sua casa um garoto de 10 anos, Wolfgang, do qual abusa periodicamente. 

A ausência de trilha sonora ajudam a criar um clima tenso, claustrofóbico e agonizante, combinando perfeitamente com a atuação impecável de Michael Fuith (inicialmente ele não queria interpretar o papel, mas diante do desafio acabou aceitando), que ao incorporar o pedófilo sequestrador, simplesmente adotou uma personalidade vazia, desprovida de sentimentos e amoral.
Este filme não tenta explicar o comportamento do agressor, nem tenta entender as motivações, simplesmente mostra a relação entre agressor e agredido. Não é fácil de ver.
É lento, forte, subjetivo e autêntico. 
Por Anderson Tomazi

Película #72 - Michael

Michael é um filme de drama de 2011 dirigido pelo austríaco Markus Schleinzer, que lembra o famoso caso de Natascha Kampusch, mas do ponto de vista do ofensor. Estreou no Festival de Cannes, onde causou polêmica.

Schleinzer, que foi diretor de casting de vários filmes de Michael Haneke, vencedor da Palma de Ouro há dois anos com “A Fita Branca”, evita aqui qualquer exibição de cenas mais fortes ou violentas. Em cenas longas e com uma fotografia limpa, ele aborda de forma metódica o comportamento do pedófilo Michael - que dá nome ao filme - mostrando um corretor de seguros que aparentemente leva uma vida normal, a não ser por manter preso no porão de sua casa um garoto de 10 anos, Wolfgang, do qual abusa periodicamente. 

A ausência de trilha sonora ajudam a criar um clima tenso, claustrofóbico e agonizante, combinando perfeitamente com a atuação impecável de Michael Fuith (inicialmente ele não queria interpretar o papel, mas diante do desafio acabou aceitando), que ao incorporar o pedófilo sequestrador, simplesmente adotou uma personalidade vazia, desprovida de sentimentos e amoral.

Este filme não tenta explicar o comportamento do agressor, nem tenta entender as motivações, simplesmente mostra a relação entre agressor e agredido. Não é fácil de ver.

É lento, forte, subjetivo e autêntico. 

Por Anderson Tomazi

Película #71 - War Horse
Baseado no livro (infantil) de mesmo nome de 1982, Cavalo de Guerra é um filme de referência, mais do que um filme sobre cavalos. 

Sinopse: Em Devon, Inglaterra, enquanto a Primeira Guerra Mundial eclodia, “Joey”, o cavalo de Albert Narracott, é vendido para a Cavalaria do Exército e enviado para França. Joey serviu nas Forças Armadas do Reino Unido e da Alemanha, e é pego por fogo inimigo; morte, doenças e o destino levam-no a uma verdadeira odisséia, servindo em ambos os lados do conflíto antes de parar sozinho no meio da Terra de ninguém. Mas o que realmente importa é que Albert ainda não se esqueceu de Joey..
As referências ao cinema da década de 60 são muitas, desde a trilha sonora clássica de John Williams, passando pela fotografia bem característica deste tipo de cinema, com ângulos abertos e cores vibrantes. Lembra filmes como: E o Vento Levou, e filmes antigos da Dysnei, como Mary Poppins e tantos outros.

Infelizmente o filme não se sustenta tanto no drama, que é óbvio, e também porque a história é contada muito rapidamente em pinceladas quase que repetitivas de cada fase em que nosso herói (o cavalo) passa. Por outro lado, é uma fonte de entretenimento para a família toda, como as que costumávamos ter a temos atrás, antes de Transformers e John Carters virarem referência de filmes para todos os públicos.
Por Anderson Tomazi

Película #71 - War Horse

Baseado no livro (infantil) de mesmo nome de 1982, Cavalo de Guerra é um filme de referência, mais do que um filme sobre cavalos. 

Sinopse: Em Devon, Inglaterra, enquanto a Primeira Guerra Mundial eclodia, “Joey”, o cavalo de Albert Narracott, é vendido para a Cavalaria do Exército e enviado para França. Joey serviu nas Forças Armadas do Reino Unido e da Alemanha, e é pego por fogo inimigo; morte, doenças e o destino levam-no a uma verdadeira odisséia, servindo em ambos os lados do conflíto antes de parar sozinho no meio da Terra de ninguém. Mas o que realmente importa é que Albert ainda não se esqueceu de Joey..

As referências ao cinema da década de 60 são muitas, desde a trilha sonora clássica de John Williams, passando pela fotografia bem característica deste tipo de cinema, com ângulos abertos e cores vibrantes. Lembra filmes como: E o Vento Levou, e filmes antigos da Dysnei, como Mary Poppins e tantos outros.

Infelizmente o filme não se sustenta tanto no drama, que é óbvio, e também porque a história é contada muito rapidamente em pinceladas quase que repetitivas de cada fase em que nosso herói (o cavalo) passa. Por outro lado, é uma fonte de entretenimento para a família toda, como as que costumávamos ter a temos atrás, antes de Transformers e John Carters virarem referência de filmes para todos os públicos.

Por Anderson Tomazi