Koning’s Soundtrack #72 - The Cymbals
Cymbals foi uma banda japonesa de rock, ativa entre os anos de 1997 e 2003… Porém, o The Cymbals que vamos falar aqui hoje é uma banda indie britânica que começou a tocar em 2010.
Não foi uma tarefa muito fácil achar informações sobre os caras (apenas sobre chimbau, o prato de bateria). Mas o pouco material que a banda tem já é suficiente pra ver que os caras tem bastante potencial.

Seu EP “Sideways, Sometimes” foi gravado em 5 dias, em um estúdio/barco sobre o rio Thames, em Londres, e talvez influenciado por isso apresenta uma “fluidez” interessante. Apresentando músicas relaxantes mas ao mesmo tempo dançantes, com um ótimo equilíbrio entre os instrumentos, criando uma atmosfera minimal. Além do uso sutil, porém certeiro de sintetizadores, como na faixa Candy Bar.

Recentemente divulgaram também o lançamento da música “Like an Animal”, que explora um pouco mais a veia eletrônica/house da banda, mas com todos os elementos citados anteriormente.
Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #72 - The Cymbals

Cymbals foi uma banda japonesa de rock, ativa entre os anos de 1997 e 2003… Porém, o The Cymbals que vamos falar aqui hoje é uma banda indie britânica que começou a tocar em 2010.

Não foi uma tarefa muito fácil achar informações sobre os caras (apenas sobre chimbau, o prato de bateria). Mas o pouco material que a banda tem já é suficiente pra ver que os caras tem bastante potencial.

Seu EP “Sideways, Sometimes” foi gravado em 5 dias, em um estúdio/barco sobre o rio Thames, em Londres, e talvez influenciado por isso apresenta uma “fluidez” interessante. Apresentando músicas relaxantes mas ao mesmo tempo dançantes, com um ótimo equilíbrio entre os instrumentos, criando uma atmosfera minimal. Além do uso sutil, porém certeiro de sintetizadores, como na faixa Candy Bar.

Recentemente divulgaram também o lançamento da música “Like an Animal”, que explora um pouco mais a veia eletrônica/house da banda, mas com todos os elementos citados anteriormente.

Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #71 - Stealing Sheep
O Stealing Sheep é uma banda britânica, de Liverpool, formada pelas amigas Rebecca Hawley (vocais, teclados), Emily Lansley (vocais, guitarra) and Lucy Mercer (vocais, bateria).

O trio faz um mix de synth-pop lo-fi com uma espécie de folk. É possível perceber diversas referências que vão desde uma guitarra Velvet Underground a um sintetizador Ladytron. E outro destaque bacana são os vocais, que criam uma camada interessante e envolvente nas músicas.
A história do Stealing Sheep começou em um café no centro de Liverpool, onde Emily e Lucy trabalhavam. Abaixo do café, ficava uma loja onde Rebecca, que havia se mudado para Liverpool para estudar, trabalhava também.

As 3 se conheceram e perceberam que tocavam instrumentos complementares. Porém tinham gostos musicais um pouco divergentes. No entanto, foi exatamente nesse sentido que o trio encontrou a sua identidade musical, misturando todos estes estilos.
Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #71 - Stealing Sheep

O Stealing Sheep é uma banda britânica, de Liverpool, formada pelas amigas Rebecca Hawley (vocais, teclados), Emily Lansley (vocais, guitarra) and Lucy Mercer (vocais, bateria).

O trio faz um mix de synth-pop lo-fi com uma espécie de folk. É possível perceber diversas referências que vão desde uma guitarra Velvet Underground a um sintetizador Ladytron. E outro destaque bacana são os vocais, que criam uma camada interessante e envolvente nas músicas.

A história do Stealing Sheep começou em um café no centro de Liverpool, onde Emily e Lucy trabalhavam. Abaixo do café, ficava uma loja onde Rebecca, que havia se mudado para Liverpool para estudar, trabalhava também.

As 3 se conheceram e perceberam que tocavam instrumentos complementares. Porém tinham gostos musicais um pouco divergentes. No entanto, foi exatamente nesse sentido que o trio encontrou a sua identidade musical, misturando todos estes estilos.

Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #71 - Mystery Jets
Mystery Jets é uma banda de indie rock formada em 2005, em Eel Pie Island, Londres, uma área que fica na rota de um aeroporto da cidade, daonde saiu inspiração para o nome da banda. Os integrantes são Blaine Harrison (vocais, teclados), seu pai, Henry Harrison (guitarra, teclados, vocal), William Rees (guitarra e vocal), Peter Cochrane (baixo) e Trivedi Kapil (bateria).

Henry Harrison não faz mais turnês com o grupos, mas ainda está envolvido na composição e gravação de várias músicas. A banda já lançou quatro álbuns, “Making Dens” (2006), “Twenty One: (2008), “Serotonin” (2010) e “Radlands” (2012).

Para mim o melhor trabalho dos caras é o último álbum Radlands, lançado em abril de 2012, e que apresenta uma evolução interessante para uma musicalidade e composição mais complexa, sem perder o lado pop. Parte disso talvez se deve ao fato do grupo ter passado um bom tempo gravando o disco nos Estados Unidos, absorvendo inspirações para o álbum que soa bastante folk comparado aos seus anteriores.
Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #71 - Mystery Jets

Mystery Jets é uma banda de indie rock formada em 2005, em Eel Pie Island, Londres, uma área que fica na rota de um aeroporto da cidade, daonde saiu inspiração para o nome da banda. Os integrantes são Blaine Harrison (vocais, teclados), seu pai, Henry Harrison (guitarra, teclados, vocal), William Rees (guitarra e vocal), Peter Cochrane (baixo) e Trivedi Kapil (bateria).

Henry Harrison não faz mais turnês com o grupos, mas ainda está envolvido na composição e gravação de várias músicas. A banda já lançou quatro álbuns, “Making Dens” (2006), “Twenty One: (2008), “Serotonin” (2010) e “Radlands” (2012).

Para mim o melhor trabalho dos caras é o último álbum Radlands, lançado em abril de 2012, e que apresenta uma evolução interessante para uma musicalidade e composição mais complexa, sem perder o lado pop. Parte disso talvez se deve ao fato do grupo ter passado um bom tempo gravando o disco nos Estados Unidos, absorvendo inspirações para o álbum que soa bastante folk comparado aos seus anteriores.

Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #70 - The Streets
É uma tarefa arriscada falar de algo que eu não entendo quase nada. Mas vamos lá.
O Soundtrack de hoje é sobre o famoso (não aqui no Brasil, por sinal) projeto de Hip Hop britânico The Streets. Liderado por Mike Skinner, um multi-instrumentista e compositor, o The Streets possui 6 álbuns lançados e já encerrou as suas atividades no ano passado.

Mike começou a tocar em 1994, em parceria com amigos, enquanto tentava abrir o seu próprio selo e trabalhava em um Fast Food local para pagar suas contas. Mas o sucesso só chegou mesmo em 2001, com singles que precederam o lançamento de seu primeiro álbum. Após isso, o sucesso foi apenas aumentando, junto com as posições das suas músicas nas paradas e prêmios recebidos.

O que eu acho mais interessante no som dos caras é a versatilidade de cada música, que vai muito além do Hip Hop tradicional, trazendo diversas influências pra cada música. Outro ponto a ser mencionado são as letras, geralmente com um tom pessoal e existencial interessante. Também diferente do que acabou se tornando boa parte do Hip Hop mainstream de hoje em dia. 

Por Arthur W. Presser

Koning’s Soundtrack #70 - The Streets

É uma tarefa arriscada falar de algo que eu não entendo quase nada. Mas vamos lá.

O Soundtrack de hoje é sobre o famoso (não aqui no Brasil, por sinal) projeto de Hip Hop britânico The Streets. Liderado por Mike Skinner, um multi-instrumentista e compositor, o The Streets possui 6 álbuns lançados e já encerrou as suas atividades no ano passado.

Mike começou a tocar em 1994, em parceria com amigos, enquanto tentava abrir o seu próprio selo e trabalhava em um Fast Food local para pagar suas contas. Mas o sucesso só chegou mesmo em 2001, com singles que precederam o lançamento de seu primeiro álbum. Após isso, o sucesso foi apenas aumentando, junto com as posições das suas músicas nas paradas e prêmios recebidos.

O que eu acho mais interessante no som dos caras é a versatilidade de cada música, que vai muito além do Hip Hop tradicional, trazendo diversas influências pra cada música. Outro ponto a ser mencionado são as letras, geralmente com um tom pessoal e existencial interessante. Também diferente do que acabou se tornando boa parte do Hip Hop mainstream de hoje em dia. 

Por Arthur W. Presser