Película #71 - War Horse
Baseado no livro (infantil) de mesmo nome de 1982, Cavalo de Guerra é um filme de referência, mais do que um filme sobre cavalos. 

Sinopse: Em Devon, Inglaterra, enquanto a Primeira Guerra Mundial eclodia, “Joey”, o cavalo de Albert Narracott, é vendido para a Cavalaria do Exército e enviado para França. Joey serviu nas Forças Armadas do Reino Unido e da Alemanha, e é pego por fogo inimigo; morte, doenças e o destino levam-no a uma verdadeira odisséia, servindo em ambos os lados do conflíto antes de parar sozinho no meio da Terra de ninguém. Mas o que realmente importa é que Albert ainda não se esqueceu de Joey..
As referências ao cinema da década de 60 são muitas, desde a trilha sonora clássica de John Williams, passando pela fotografia bem característica deste tipo de cinema, com ângulos abertos e cores vibrantes. Lembra filmes como: E o Vento Levou, e filmes antigos da Dysnei, como Mary Poppins e tantos outros.

Infelizmente o filme não se sustenta tanto no drama, que é óbvio, e também porque a história é contada muito rapidamente em pinceladas quase que repetitivas de cada fase em que nosso herói (o cavalo) passa. Por outro lado, é uma fonte de entretenimento para a família toda, como as que costumávamos ter a temos atrás, antes de Transformers e John Carters virarem referência de filmes para todos os públicos.
Por Anderson Tomazi

Película #71 - War Horse

Baseado no livro (infantil) de mesmo nome de 1982, Cavalo de Guerra é um filme de referência, mais do que um filme sobre cavalos. 

Sinopse: Em Devon, Inglaterra, enquanto a Primeira Guerra Mundial eclodia, “Joey”, o cavalo de Albert Narracott, é vendido para a Cavalaria do Exército e enviado para França. Joey serviu nas Forças Armadas do Reino Unido e da Alemanha, e é pego por fogo inimigo; morte, doenças e o destino levam-no a uma verdadeira odisséia, servindo em ambos os lados do conflíto antes de parar sozinho no meio da Terra de ninguém. Mas o que realmente importa é que Albert ainda não se esqueceu de Joey..

As referências ao cinema da década de 60 são muitas, desde a trilha sonora clássica de John Williams, passando pela fotografia bem característica deste tipo de cinema, com ângulos abertos e cores vibrantes. Lembra filmes como: E o Vento Levou, e filmes antigos da Dysnei, como Mary Poppins e tantos outros.

Infelizmente o filme não se sustenta tanto no drama, que é óbvio, e também porque a história é contada muito rapidamente em pinceladas quase que repetitivas de cada fase em que nosso herói (o cavalo) passa. Por outro lado, é uma fonte de entretenimento para a família toda, como as que costumávamos ter a temos atrás, antes de Transformers e John Carters virarem referência de filmes para todos os públicos.

Por Anderson Tomazi

Pretzel Show #13 - The Avengers & Cyrus

Já está no ar a última edição do Pretzel Show, desta vez falando sobre um dos filmes mais aguardados do ano (pelo menos por eles), Os Vingadores! Além disso, um bom filme indie pra não perder o costume, o Cyrus que falamos semana passada aqui no blog.

Película #69 - Enter The Void
Hoje vou falar sobre o trabalho mais recente do excêntrico diretor argentino Gaspar Noé, Enter The Void. Conhecido por abordar de uma forma única temas como vingança, sexo e violência, Gaspar tem um tato diferenciado para escrever diálogos, situar o espectador no ambiente e dar credibilidade e realismo mesmo em cenas muito fortes.

A piração começa pelo cenário, o longa se passa em uma Tókio noturna e repleta de luzes Neon. Passando pela trilha sonora, enquadramentos e história, tudo aqui parece um sonho maluco ou uma alucinação derivada de alucinógenos. 
A história segue Oscar, um jovem traficante americano que leva um tiro da polícia, mas continua a assistir a eventos sucessivos durante uma experiência “fora do corpo”. Vemos tudo do ponto de vista de oscar, com filmagens em primeira pessoa, que muitas vezes flutua acima das ruas da cidade, e, ocasionalmente, apresenta Oscar olhando por cima do ombro quando ele recorda momentos de seu passado. Noé rotula o filme como um “melodrama psicodélico”.
Abaixo, os primeiros 11 minutos de filme. Vale a pena ver.

Essas sequências em que a câmera flutua sobre a cidade são incríveis, lindas, mas acabam tirando um pouco da experiência depois de um tempo, pois elas acontecem muitas vezes durante as 2 horas e 30 minutos de filme. Aliás, mais da metade do que vemos se trata dessa experiência “fora do corpo” de Gaspar, o que é bonito, mas na minha opinião, daria para entender e mesmo ter este efeito se durasse metade ou 1/3 do tempo.
Com Enter de Void, você terá uma experiência totalmente não linear, que ao mesmo tempo em que nem parece um filme, também é uma experiência única e quase que inovadora, linda e bruta, visceral e poética. Se gosta de cinema de arte, não deixe de ver.
Por Anderson Tomazi 

Película #69 - Enter The Void

Hoje vou falar sobre o trabalho mais recente do excêntrico diretor argentino Gaspar Noé, Enter The Void. Conhecido por abordar de uma forma única temas como vingança, sexo e violência, Gaspar tem um tato diferenciado para escrever diálogos, situar o espectador no ambiente e dar credibilidade e realismo mesmo em cenas muito fortes.

A piração começa pelo cenário, o longa se passa em uma Tókio noturna e repleta de luzes Neon. Passando pela trilha sonora, enquadramentos e história, tudo aqui parece um sonho maluco ou uma alucinação derivada de alucinógenos. 

A história segue Oscar, um jovem traficante americano que leva um tiro da polícia, mas continua a assistir a eventos sucessivos durante uma experiência “fora do corpo”. Vemos tudo do ponto de vista de oscar, com filmagens em primeira pessoa, que muitas vezes flutua acima das ruas da cidade, e, ocasionalmente, apresenta Oscar olhando por cima do ombro quando ele recorda momentos de seu passado. Noé rotula o filme como um “melodrama psicodélico”.

Abaixo, os primeiros 11 minutos de filme. Vale a pena ver.

Essas sequências em que a câmera flutua sobre a cidade são incríveis, lindas, mas acabam tirando um pouco da experiência depois de um tempo, pois elas acontecem muitas vezes durante as 2 horas e 30 minutos de filme. Aliás, mais da metade do que vemos se trata dessa experiência “fora do corpo” de Gaspar, o que é bonito, mas na minha opinião, daria para entender e mesmo ter este efeito se durasse metade ou 1/3 do tempo.

Com Enter de Void, você terá uma experiência totalmente não linear, que ao mesmo tempo em que nem parece um filme, também é uma experiência única e quase que inovadora, linda e bruta, visceral e poética. Se gosta de cinema de arte, não deixe de ver.

Por Anderson Tomazi 

Película #67 - Blue Valentine
Blue Valentine é mais um filme que fala da complexidade do amor, do início apaixonado ao fim catastrófico (pelo menos pra quem vive a situação). Em Namorados Para Sempre (nome em português que não faz sentido nenhum), conhecemos Dean (Ryan Gosling) e de Cindy (Michelle Williams).

Casados há vários anos e com uma filha, Cindy e Dean passam por um momento de crise, vendo o relacionamento ser contaminado por uma série de incertezas. Dispostos a seguir em frente, os dois tentam (um mais do que o outro) superar os problemas, buscando no passado e no presente os motivos que o mantiveram unidos até este momento e os fizeram se apaixonar um pelo outro.
O filme se destaca ao contar a história sendo imparcial (pelo menos na maior parte do tempo) e ao não dramatizar demais o que estamos vendo. Assim, o que acontece na vida do casal vai nos sendo mostrado de uma forma verdadeira, honesta e crível.

Além do bom roteiro, que em 2006 ganhou o Chrysler Film Project, podemos nos deleitar com uma fotografia muito bem cuidada e uma trilha sonora de primeira. Algumas músicas foram inclusive compostas e performadas pelo próprio Ryan Gosling. 

Curiosidade: O filme originalmente seria rodado na primavera de 2008, mas o projeto foi adiado devido a morte de Heath Ledger. Os produtores e o diretor, em consideração à filha do ator, Matilda, e sua mãe Michelle Williams, preferiram dar um tempo a contratar outra atriz para o papel.
Você vai se ver nesta situação, pode ter certeza, talvez fique um pouco triste, mas ainda assim vale a pena conferir. Blue Valentine é um filme de amor que não se direciona apenas ao público feminino que costuma consumir comédias românticas.
Por Anderson Tomazi.

Película #67 - Blue Valentine

Blue Valentine é mais um filme que fala da complexidade do amor, do início apaixonado ao fim catastrófico (pelo menos pra quem vive a situação). Em Namorados Para Sempre (nome em português que não faz sentido nenhum), conhecemos Dean (Ryan Gosling) e de Cindy (Michelle Williams).

Casados há vários anos e com uma filha, Cindy e Dean passam por um momento de crise, vendo o relacionamento ser contaminado por uma série de incertezas. Dispostos a seguir em frente, os dois tentam (um mais do que o outro) superar os problemas, buscando no passado e no presente os motivos que o mantiveram unidos até este momento e os fizeram se apaixonar um pelo outro.

O filme se destaca ao contar a história sendo imparcial (pelo menos na maior parte do tempo) e ao não dramatizar demais o que estamos vendo. Assim, o que acontece na vida do casal vai nos sendo mostrado de uma forma verdadeira, honesta e crível.

Além do bom roteiro, que em 2006 ganhou o Chrysler Film Project, podemos nos deleitar com uma fotografia muito bem cuidada e uma trilha sonora de primeira. Algumas músicas foram inclusive compostas e performadas pelo próprio Ryan Gosling

Curiosidade: O filme originalmente seria rodado na primavera de 2008, mas o projeto foi adiado devido a morte de Heath Ledger. Os produtores e o diretor, em consideração à filha do ator, Matilda, e sua mãe Michelle Williams, preferiram dar um tempo a contratar outra atriz para o papel.

Você vai se ver nesta situação, pode ter certeza, talvez fique um pouco triste, mas ainda assim vale a pena conferir. Blue Valentine é um filme de amor que não se direciona apenas ao público feminino que costuma consumir comédias românticas.

Por Anderson Tomazi.