Koning’s Soundtrack #56 - New Motive Power
A NMP é uma banda formada por Felipe Protski e Samuel Barrales, amigos de longa data que resolveram criar este projeto para sair do algo comum, principalmente em termos de música brasileira.
Os caras fazem um som com influência de bandas de música eletrônica como o Pendullum e Does it offend you, yeah? e do bom e velho rock’n’roll, passando até pelo funk eletro do Chromeo.
Desde o início a New Motive tem lançado tracks cheias de atitude, bem mixadas e aliadas a um trabalho gráfico incrível, como você pode conferir na imagem acima e no vídeo (abaixo) feito para a música Guilty Pleasure. Esta música inclusive faz parte de uma compilação de novos talentos chamada thehai, onde você pode ouvir outras bandas interessantes e baixa-las na faixa.

É possível ouvir na íntegra e até baixar de graça o Ep deles aqui.



Copper & Zinc by New Motive Power
Para mais informações sobre a banda, visite o bandcamp e soundcloud deles.
Por Anderson Tomazi.

Koning’s Soundtrack #56 - New Motive Power

A NMP é uma banda formada por Felipe Protski e Samuel Barrales, amigos de longa data que resolveram criar este projeto para sair do algo comum, principalmente em termos de música brasileira.

Os caras fazem um som com influência de bandas de música eletrônica como o Pendullum e Does it offend you, yeah? e do bom e velho rock’n’roll, passando até pelo funk eletro do Chromeo.

Desde o início a New Motive tem lançado tracks cheias de atitude, bem mixadas e aliadas a um trabalho gráfico incrível, como você pode conferir na imagem acima e no vídeo (abaixo) feito para a música Guilty Pleasure. Esta música inclusive faz parte de uma compilação de novos talentos chamada thehai, onde você pode ouvir outras bandas interessantes e baixa-las na faixa.

É possível ouvir na íntegra e até baixar de graça o Ep deles aqui.

Copper & Zinc by New Motive Power

Para mais informações sobre a banda, visite o bandcamp e soundcloud deles.

Por Anderson Tomazi.

Película #49 - That Thing You Do
Ainda no clima de “Dia mundial do rock”, decidi escrever sobre a melhor banda de rock que nunca existiu, o The Wonders. Neste filme que foi escrito, dirigido e estrelado por Tom Hanks, conta a história da banda que teve apenas um sucesso (one hit wonder).




Sinopse: Em 1964, logo após os Estados Unidos serem “tomados” pelos Beatles, surge em uma pequena cidade da Pensilvânia os “Oneders”, mais tarde rebatizado pelo empresário como Wonders. Eis que, às vésperas de uma apresentação em um festival de calouros, o baterista do grupo quebra o braço, o que faz com que, em cima da hora, um jovem (Tom Everett Scott) que trabalhava na loja de eletrodomésticos da família seja convidado para substituí-lo. O baterista, um aficionado de jazz, imprime durante a apresentação uma batida mais ritmada na música que deveria ser uma balada. Mas funcionou e a música se torna sucesso nacional, levando o grupo aos primeiros lugares da Billboard.

Os quatro atores que formavam a banda The Wonders no filme tocaram juntos durante várias semanas antes do início das filmagens, para que pudessem se entrosar como se fossem uma banda verdadeira. Entretanto, na maioria das cenas do filme eles são dublados por músicos profissionais. 
Lançada na trilha sonora do filme, a canção “That Thing You Do” se tornou uma genuína parada de sucesso para The Wonders, em 1996 a música chegou a posição 41 no Billboard Hot 100.




A tilha sonora do filme, que possui várias canções compostas pelo próprio Tom Hanks e seus parceiros, foi indicada ao Globo de Ouro e ao Oscar ( Melhor Canção Original). Além disso, o filme foi bem recebido pela crítica e hoje possui uma das melhores avaliações do site especializado Rotten Tomatoes com 91% de aprovação. Mas fez um sucesso moderado nas salas de cinema arrecadando um total de apenas $34,585,416.
Curiosidades: 
* Nos créditos do filme estão listados os personagens Mickey Mouse e Pateta.
* Tom Hanks não queria que Tom Everett Scott interpretasse o personagem Guy Patterson, devido à sua semelhança com o próprio Hanks quando jovem. Foi a esposa de Hanks, Rita Wilson, quem o convenceu que Scott era a melhor opção para o papel.
Por Anderson Tomazi.

Película #49 - That Thing You Do

Ainda no clima de “Dia mundial do rock”, decidi escrever sobre a melhor banda de rock que nunca existiu, o The Wonders. Neste filme que foi escrito, dirigido e estrelado por Tom Hanks, conta a história da banda que teve apenas um sucesso (one hit wonder).

Sinopse: Em 1964, logo após os Estados Unidos serem “tomados” pelos Beatles, surge em uma pequena cidade da Pensilvânia os “Oneders”, mais tarde rebatizado pelo empresário como Wonders. Eis que, às vésperas de uma apresentação em um festival de calouros, o baterista do grupo quebra o braço, o que faz com que, em cima da hora, um jovem (Tom Everett Scott) que trabalhava na loja de eletrodomésticos da família seja convidado para substituí-lo. O baterista, um aficionado de jazz, imprime durante a apresentação uma batida mais ritmada na música que deveria ser uma balada. Mas funcionou e a música se torna sucesso nacional, levando o grupo aos primeiros lugares da Billboard.

Os quatro atores que formavam a banda The Wonders no filme tocaram juntos durante várias semanas antes do início das filmagens, para que pudessem se entrosar como se fossem uma banda verdadeira. Entretanto, na maioria das cenas do filme eles são dublados por músicos profissionais. 

Lançada na trilha sonora do filme, a canção “That Thing You Do” se tornou uma genuína parada de sucesso para The Wonders, em 1996 a música chegou a posição 41 no Billboard Hot 100.

A tilha sonora do filme, que possui várias canções compostas pelo próprio Tom Hanks e seus parceiros, foi indicada ao Globo de Ouro e ao Oscar ( Melhor Canção Original). Além disso, o filme foi bem recebido pela crítica e hoje possui uma das melhores avaliações do site especializado Rotten Tomatoes com 91% de aprovação. Mas fez um sucesso moderado nas salas de cinema arrecadando um total de apenas $34,585,416.

Curiosidades: 

* Nos créditos do filme estão listados os personagens Mickey Mouse e Pateta.

* Tom Hanks não queria que Tom Everett Scott interpretasse o personagem Guy Patterson, devido à sua semelhança com o próprio Hanks quando jovem. Foi a esposa de Hanks, Rita Wilson, quem o convenceu que Scott era a melhor opção para o papel.

Por Anderson Tomazi.

Koning’s Soundtrack #45 - Bill Haley
Pra comemorar o dia mundial do rock, nada mais clichê do que falar das “suas origens” não é? Mas e daí, vamos ser clichê.  
Bill Haley e a história do rock caminham juntos. Muitas pessoas colocam ele como sendo o primeiro artista a tornar esse estilo musical mais popular, o que aconteceu no início dos anos 50 com a música ”Rock Around the Clock”. 




Antes de se tornar um astro do rock, Bill teve uma longa carreira (sem muito sucesso) na música country. No início de 1951 ele e sua nova banda, “The Saddlemen”, decidiram tentar um estilo novo de música (o rock), e deu certo. Já sob o nome de Bill Haley & His Comets, eles colocaram a música  ”Crazy Man Crazy” nas paradas de sucesso americana, sendo este o primeiro rock a entrar na lista.




Quando o filme BlackBoard Jungle foi lançado em 1955, tinha a música ”Rock Around the Clock” em sua trilha sonora, o que ajudou a popularizar ainda mais o Rock and Roll e começou a revolução musical.
Nos anos seguintes emplacou vários sucessos, entre eles a versão que fez para a música “Shake, Rattle and Roll”, escrita por Jesse Stone e antes interpretada por Big Joe Turner, e “See You Later Alligator”.






Haley continuou fazendo shows até o fim de sua vida em 1981. Os Comets originais de 1954/55 ainda hoje se apresentam no mundo inteiro. Os integrantes têm entre 70 e 82 anos de idade mas ainda mostram que tem pique, recentemente lançaram um DVD ao vivo.
Por Anderson Tomazi.

Koning’s Soundtrack #45 - Bill Haley

Pra comemorar o dia mundial do rock, nada mais clichê do que falar das “suas origens” não é? Mas e daí, vamos ser clichê.  

Bill Haley e a história do rock caminham juntos. Muitas pessoas colocam ele como sendo o primeiro artista a tornar esse estilo musical mais popular, o que aconteceu no início dos anos 50 com a música ”Rock Around the Clock”. 

Antes de se tornar um astro do rock, Bill teve uma longa carreira (sem muito sucesso) na música country. No início de 1951 ele e sua nova banda, “The Saddlemen”, decidiram tentar um estilo novo de música (o rock), e deu certo. Já sob o nome de Bill Haley & His Comets, eles colocaram a música  ”Crazy Man Crazy” nas paradas de sucesso americana, sendo este o primeiro rock a entrar na lista.

Quando o filme BlackBoard Jungle foi lançado em 1955, tinha a música ”Rock Around the Clock” em sua trilha sonora, o que ajudou a popularizar ainda mais o Rock and Roll e começou a revolução musical.

Nos anos seguintes emplacou vários sucessos, entre eles a versão que fez para a música “Shake, Rattle and Roll”, escrita por Jesse Stone e antes interpretada por Big Joe Turner, e “See You Later Alligator”.



Haley continuou fazendo shows até o fim de sua vida em 1981. Os Comets originais de 1954/55 ainda hoje se apresentam no mundo inteiro. Os integrantes têm entre 70 e 82 anos de idade mas ainda mostram que tem pique, recentemente lançaram um DVD ao vivo.

Por Anderson Tomazi.

Koning’s Soundtrack #44 - Highway 61 Revisited
No post dessa semana, ao invés de falar somente sobre um artista vamos falar de um disco, o Highway 61 Revisited, o sexto álbum de estúdio da carreira de Bob Dylan, lançado em agosto de 1965.
Motivos para este disco ter tanta importância não faltam:
• Foi o primeiro disco usando uma banda de rock completa em todas as faixas (exceto na última “Desolation Row”).
• O disco começa com nada mais nada menos que “Like a Rolling Stone”, provavelmente a música mais conhecida e aclamada de Dylan, que ficou em 1º lugar na lista “The 500 Greatest Songs of All Time” da revista Rolling Stone.
• O disco possui outros grandes clássicos que Bob Dylan executa até hoje em suas apresentações.
• É um álbum revolucionário, não somente pela sua energia, mas pela sua visão de fazer a fusão entre música radical e letras que estava muito a frente de seu tempo.




A Highway 61 é uma rodovia americana com 2,300km de extensão, que vai de New Orleans Louisiana até Wyoming, Minnesotta (estado onde Bob Dylan nasceu), e é conhecida como a “Rodovia do Blues”.

Em 1965, antes da gravação do disco, Dylan havia retornado de uma turnê pela Inglaterra, e estava insatisfeito com o seu material. Segundo ele, estava quase desistindo de cantar, e tocando várias músicas que não queria tocar. Dessa insatisfação toda, Dylan escreveu um longo poema que chamou de “um grande pedaço de vômito”. Depois, refinou o longo poema em alguns versos e refrão, e assim foi criada a música que abre o disco, Like a Rolling Stone, que acabou renovando seu entusiasmo para a música, e transformou sua carreira para sempre.




A habilidade de Bob Dylan em combinar a complexa música do Blues baseada em Rock’n’Roll, com o poder da poesia fez deste um dos mais influentes discos já gravados.
Fonte
Por Arthur W Presser

Koning’s Soundtrack #44 - Highway 61 Revisited

No post dessa semana, ao invés de falar somente sobre um artista vamos falar de um disco, o Highway 61 Revisited, o sexto álbum de estúdio da carreira de Bob Dylan, lançado em agosto de 1965.

Motivos para este disco ter tanta importância não faltam:

• Foi o primeiro disco usando uma banda de rock completa em todas as faixas (exceto na última “Desolation Row”).

• O disco começa com nada mais nada menos que “Like a Rolling Stone”, provavelmente a música mais conhecida e aclamada de Dylan, que ficou em 1º lugar na lista “The 500 Greatest Songs of All Time” da revista Rolling Stone.

• O disco possui outros grandes clássicos que Bob Dylan executa até hoje em suas apresentações.

• É um álbum revolucionário, não somente pela sua energia, mas pela sua visão de fazer a fusão entre música radical e letras que estava muito a frente de seu tempo.

A Highway 61 é uma rodovia americana com 2,300km de extensão, que vai de New Orleans Louisiana até Wyoming, Minnesotta (estado onde Bob Dylan nasceu), e é conhecida como a “Rodovia do Blues”.

Em 1965, antes da gravação do disco, Dylan havia retornado de uma turnê pela Inglaterra, e estava insatisfeito com o seu material. Segundo ele, estava quase desistindo de cantar, e tocando várias músicas que não queria tocar. Dessa insatisfação toda, Dylan escreveu um longo poema que chamou de “um grande pedaço de vômito”. Depois, refinou o longo poema em alguns versos e refrão, e assim foi criada a música que abre o disco, Like a Rolling Stone, que acabou renovando seu entusiasmo para a música, e transformou sua carreira para sempre.

A habilidade de Bob Dylan em combinar a complexa música do Blues baseada em Rock’n’Roll, com o poder da poesia fez deste um dos mais influentes discos já gravados.

Fonte

Por Arthur W Presser